quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Não cedo ao Medo















Medo que paralisa
O da partida de quem se quer bem.
Medo que deixa tonto
O de quem não está pronto, para ser feliz.
Medo que deixa preso
O de quem tem o desejo de amar demais,
Pode ser demais?

Medo de perder, de arriscar e de amar:
Todo mundo tem o medo
Mas não pode deixar-se dominar.

Medo que faz tremer
O de quem ‘inda vai viver o primeiro beijo
Medo que faz chorar
O de descobrir que não consegue se fazer amar.
Medo que apavora
Todo aquele que demora a se entregar

Medo de errar, de sofrer, de tentar:
Todo mundo tem o medo
Mas não pode deixar-se domar.

Faz parte do enredo.
Sim, tenho medo!
Mas sempre que o percebo,
Eu me jogo, eu não cedo!

Só porque tenho mais medo de não viver,
Não cedo ao medo!

4 comentários:

Anônimo disse...

O medo é sempre presente, né? Seja no q for q fizermos... Mas a capacidade de cada um de lidar com o medo é q faz a diferença entre quem vive a vida e quem vê a vida do outro lado da rua.

Eu prefiro tentar viver, com responsabilidade, mas viver.

Beijo,
L.

Shi Oliveira. disse...

Costumo dizer que o medo é a epiderme da alma. É o que nós faz apurar os sentidos! Sem ele, muito do que é nobre, perderia a razão de ser!!

A palavra de ordem é arriscar?
não sei!
Eu ainda prefiro duelar com o medo. Às vezes se ganha, noutras se perde, faz parte da vida. ;)

Lucas Peixoto disse...

Shi, não acho que se possa viver assim... Porque duelar com o medo, e só a primeira parte. Depois de vencê-lo que vem o desafios verdadeiros. Mas uma coisa é certa: se não se pode vencer nem mesmo o medo ( que no fundo é vencer suas próprias resistências) certamente não se pode vencer o que vem depois dele.

Berro d'Água disse...

O medo é um dos ingredientes da sobrevivência, mas há que se ter cuidado para que o seu excesso, não acabe por causar dormência...

Vim agradeceror tua visita e tuas palavras. És bem vindo.

Com um abraço,

Cris